Review
★★★★★
x 1000
Este livro, da
Ashley Poston, é simplesmente inacreditável. Uma verdadeira obra-prima.
Tinha lido
várias reviews antes de o acrescentar à minha lista de leituras, mas soube que
tinha de lhe dar uma oportunidade no momento em que descobri que juntava duas
das minhas maiores paixões: romances onde o amor é vivido de forma intensa e
profunda, com um toque de magia e ficção científica.
Tenho de
confessar que, no início, achei a leitura um pouco lenta. Demorou algum tempo
até a história ganhar ritmo e senti que o desenrolar era demasiado gradual.
Mas, quando tudo começa verdadeiramente a acontecer... meu Deus! É impossível
largar o livro.
Adorei a forma
como a autora cria uma alcunha entre as personagens. É um detalhe simples, mas
torna a relação entre elas ainda mais especial e aproxima-nos delas de uma
forma muito natural.
Esta é uma
história de amor, mas não apenas um romance. É um livro que nos lembra que o
amor existe em muitas formas: entre duas pessoas, entre familiares, entre
aqueles que escolhemos como casa. Porque, no fundo, o amor está na base de
todas as relações.
Fiquei tão
completamente envolvida nesta história que dei por mim a ler pela noite dentro,
sempre com os fones nos ouvidos. Sou só eu que, quando estou obcecada por uma
música enquanto leio um livro, acabo por associá-la para sempre àquela
história? Para mim, a banda sonora deste livro foi The Fate of Ophelia,
da Taylor Swift.
Mas ainda nem
vos apresentei as personagens...
Bem-vindos ao
mundo de Clementine West e de Iwan, um homem misterioso, de sorriso torto,
olhos bondosos e uma paixão muito particular por tartes de limão.
Não vos posso
revelar muito mais, porque este livro merece ser descoberto página a página.
Mas posso dizer-vos uma coisa: quem ama... espera sete anos, se for preciso.
Porque o amor transcende o espaço e o tempo.
Se ainda não o
leram, façam um favor a vocês próprios: deem-lhe uma oportunidade. É uma
leitura obrigatória.
✨
Dica final:
"A minha
tia apenas impunha duas regras dentro do apartamento. A primeira,
descalçarmo-nos à entrada. A outra, nunca nos apaixonarmos."

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