A
conversa era inquieta, quase aflita,
numa
troca de palavras bonita,
onde
procurávamos, descontroladamente, saber tudo,
saber
mais, saber melhor, saber a fundo.
Post
Scriptum, originalmente usado numa carta, bilhete ou
escrito.
Por
nós, através de mensagens, com o objetivo de acrescentar sempre ao que foi
dito.
E
o PS deixou de ter o mesmo significado.
Passou
a ser a nossa forma de comunicar, de demostrar,
de
expressar o que sentimos, do coração falar.
Quase
como uma nova língua, um dialeto meu e teu,
sem
silêncios ou medos, onde a alma não se perdeu.
O amor lê-se mais nas entrelinhas do que
naquilo que se escreve,
e
para nós vem em formato de nota, para quem se atreve.
O
nosso PS deixou de ter o mesmo significado.
PS
do PS do PS: …

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