29 de outubro de 2016

O Cinema é de todos

Hoje em dia, o cinema representa um momento de diversão e lazer para quem tem a possibilidade de usufruir dele. Por isso, decidi inquirir diferentes pessoas, de idades e formas de pensar distintas.

Começando pelas crianças, para elas o cinema representa um fim de semana bem passado com os pais e os irmãos, a ver um bom filme de desenhos animados. Relativamente aos meninos, o cinema é sinónimo de lutas, pistolas, espadas, piratas e guerras; já para meninas, o cinema é um mundo de fadas, magia, princesas, castelos, música e dança. Ou não, pode ser ao contrário. 

Para os adolescentes, o cinema não é mais do que uma tarde bem passada com os amigos, longe dos pais. Além disso, representa também o próprio shopping, um bom hambúrguer e lojas, muitas lojas. Para os rapazes, o cinema mantém a mesma importância, como quando eram pequeninos, guerras e lutas…, mas com uma pequena alteração, desde que o filme tenha algumas “miúdas jeitosas”…, enquanto, para as raparigas, o cinema passa a representar os romances e as comédias românticas cheias de amor. O contrário também acontece, já sabem. 

25 de outubro de 2016

Deixar ou ser deixado

A diferença está entre deixar ou ser deixado,
mas o que para muitos importa é ser amado.
Amor não tem quantia, peso ou medida.
Amar é uma fortuna bem merecida.

20 de julho de 2016

Um casamento de sonho


No outro dia, enquanto ia para casa de comboio, um senhor contou-me uma história que mexeu com o meu estado psicológico e que, certamente, não será indiferente a ninguém.

O velhote contava uma história acerca de uma menina de pouco mais de doze anos que iria casar com um homem com idade para ser seu avô. Era um casamento de luxo, um casamento de sonho que qualquer mulher desejaria ter, mas não aquele que uma menina desejasse ter. 
Enquanto que a princesinha ainda vivia no mundo da inocência, sonhava com princesas e príncipes, fazia desenhos e pintava-os com as cores do arco-íris. O homem tratava de negócios e vivia no mundo dos adultos, que não é compatível com uma criança simples e pura. No dia do casamento, numa casa que mais parecia um castelo, virada para um rio límpido rodeada de vales e montanhas, uma imagem saída de um conto de fadas e que poderia ser o local perfeito para a pequena fadinha brincar, aquele seria, afinal, o dia mais triste da sua vida. Ela era a única menina num quarto cheio de adultos stressados, experimentar o vestido, maquilhagem, preparativos, cabelo… enquanto tudo o que ela queria era ir lá para fora brincar com as borboletas, correr um pouco e sorrir. Na verdade, sendo a mais pequenina, era ela quem iria resolver todos os problemas financeiros da família. Se é suposto? Não, é suposto ela crescer e ter liberdade para tomar decisões e ser feliz, como qualquer outra criança.

6 de maio de 2016

Carta

Querido diário,



                                                                  Quarteira, 24 de junho de 2016


No outro dia, mudou-se para o meu prédio um casal. Aparentemente, um casal simples e simpático. Ela, alta, bonita, loira, com uns grandes olhos azuis. Ele, magro, esguio, com um sorriso desmedido. Tinham dois filhos e vinham do norte do país. 

26 de janeiro de 2016

Um dia diferente

Todos os dias são diferentes numa escola, mas há coisas que nunca mudam: o rodopio nos corredores, os sorrisos, os desabafos sobre as aulas, a quantidade de matéria para estudar e as trocas de olhares com amigos. Enfim, tudo aquilo que nos deixa felizes, alegres e, ao mesmo tempo, aborrecidos e cansados.